01 agosto, 2008

Processo criativo

Se leram o post anterior talvez se tenham perguntado: "O quê...??? não percebi nada".E porque quero deixar o povo a pensar que me estou a passar e que vou por a mesma coisa outra vez, reparem não é a mesma coisa. Para alem de pequenas correcções ortograficas e uma ou outra palavra alterada o texto é o mesmo. Mas está diferente.

Em meu jeito...
doce de amora
trago amargo
sabor a vento
trago-te em saudades e em poemas
em fuga que me levam para o teu leito,
meus lábios secos de ti.
Meus dedos mortos sem corpo
lavam com sol as luas em que não te vejo
meus olhos cerrados
minha garganta cheia
de e por palavras que se acumulam
e se atropelam e se batem e me semeiam
de novo o frio a vontade de te ter e a revolta
de não tas poder dizer baixinho ao ouvido
mergulhado em ti
deitado no teu peito feito nós.
Agora mergulho longe
e só a tua areia me toca.
É esse teu cheiro que trago
é essa a carícia com que o meu corpo vibra
é este o norte em que me sento.
De pedra fria
de vestes desfeito.
Assim te sinto
lava quente.

Obrigado pelo teu codicílio ao meu teu poema, Amor.

1 comentário:

Anónimo disse...

Poema!????? Quem roubou daqui o filho da puta do poema ao rapaz??? Caralho te arrebentem com esse cagueiro todo...
SÊ HOMEM, CARALHO!!!